Saúde

A pandemia encontrou um cenário de desestruturação e só agravou o já caótico quadro. A escassez de serviços para atendimento de uma população cada dia mais adoecida física e emocionalmente explica a preocupação da população do DF com a melhoria dos serviços de saúde. Aqui, a agenda neoliberal comprova seus efeitos mais nefastos, com a redução de gastos para custeio e financiamento da saúde, e consequente precarização para justificar a privatização dos serviços. Vale lembrar que Ibaneis foi eleito com a promessa de retomar a gestão do Hospital de Base, mas fez exatamente o contrário: ampliou o modelo privatista do IGES-DF para mais unidades. A entrega da gestão das seis UPAS e do Hospital de Santa Maria para o IGES foi um ato de total irresponsabilidade e crime contra a saúde pública. A instituição tem sido alvo de diversas investigações de desvios de recursos públicos, assim como os agentes do Estado que se beneficiaram ilegalmente por este contrato.

Observa-se também, um retrocesso no tratamento psiquiátrico e a desestruturação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Torna-se necessário uma reforma psiquiátrica antimanicomial; além disso, uma nova política de drogas. Em relação à vacinação, defendemos a quebra de patentes e a produção em larga escala de imunizantes que possam, em pouco tempo, garantir a proteção de amplos setores sociais, em particular os mais vulneráveis socialmente. Serviços públicos como escolas e universidades, devem ter seu funcionamento condicionado à proteção de trabalhadores e estudantes.

Em defesa do SUS público, gratuito, estatal e universal. Essa é a nossa luta.

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